terça-feira, 16 de setembro de 2014

Como provocar nas mulheres orgasmos molhados, os squirts

Esqueça tudo que você já leu/ouviu sobre squirt, a ejaculação feminina. Vou ser direto: squirtexiste, não é nenhum bicho de sete cabeças e não, não é o que você assiste nos filmes pornô.
Essa arte, por assim dizer, desejada pelas mulheres e mitificada pelos homens, funciona como receita de bolo. Precisa de ingredientes na medida certa – dedos, por exemplo – e o principal: tempo para deixar a massa crescer. Você, caro amigo desbravador das pepecas de Vera Cruz, não vai conseguir fazer sua parceira ter squirt de primeira; você, mocinha chegada numa siririca diária, não vai conseguir ter squirt de primeira.
É preciso tempo para conseguir o ponto certo.
Sem mais delongas, vamos lá:
Não sou nenhum expert nessa área, mas já fiz várias mocinhas felizes terem squirts algumas vezes. E todas elas seguiram o mesmo protocolo, então é a minha receita de sucesso. E… bem, se funcionou comigo, que não sou nenhum Rocco Siffredi da vida, acho que funciona com qualquer mortal.

Passo 1: Oral

Sim, você já leu mil vezes que oral é bom, que oral é maneiro, etc. Sim, e dificilmente ela vai ter um squirt sem sexo oral. Chupe com vontade. Boceta é bom. Boceta tem gosto bom. Boceta é para cair de boca como se fosse sua última refeição.

Passo 2: Orgasmos

É aqui que entra a parte do “deixar a massa crescer”. Quanto mais a mocinha gozar, mais ela vai ficar molhada e com tesão. Não se comprometa a provocar de imediato aquele orgasmo arrasador – o squirt é isso. Dê ela com doses homeopáticas. Uma gozadinha ali, abraços, outra fodinha, outra gozada, e assim vai.

Passo 3: Dedos

Quando você sentir que ela já gozou umas três vezes e quer mais, parte pro abraço, digo, use os dedos. Comece com um, só pra ver como tá a situação lá dentro. Aumente. Dois, três… o que ela aguentar. Se a moça curtir (e somente se), enfie um dedo no cu dela para estimular. Ah, e chupe os peitos dela se a posição permitir. Quanto mais estimulação melhor.

Passo 4: Ponto G

Sim, ele existe. E, quando estimulado, faz a mocinha ir à lua. Você vai conseguir. Agora que seus dedinhos já tão lá dentro, nadando naquela piscina maravilhosa, tente sentir um tecido enrugadinho logo nos primeiros centímetros da entrada, na parede de cima da vagina. É ali. Deixe um dedo ali e os outros mais pra dentro.

Passo 5: O squirt

Agora é a hora, campeão. Pegue a menina de surpresa naquela dedação toda – com todo o cuidado e jeitinho possível pra não machucar a pepeca dela – e bem rápido você a masturba. Eu disse rápido, não forte. Be water, my friend. O squirt nada mais é do que um orgasmo tão intenso que a lubrificação não fica presa à parede vaginal e escorre ou jorra – em qualquer um dos casos, você conseguiu o squirt. Observe bem: ela vai fazer caretas, vai urrar, e você não para. Normalmente é ela quem manda você parar. E aí você para. Mas enquanto isso não rola, continue. Vá até o fim. Observe sua barriga ficar molhada de tão forte que ela tá gozando.

Passo 6: Calma

Parabéns! Você – espero eu – conseguiu o squirt. Agora deixa a menina na dela, não fique muito em cima, tampouco se vangloriando para ela. Se você fez tudo certo, sua parceira gozou tanto que o cérebro deu uma mini atrofiada transitória, ou seja, ela não vai te dar um décimo de atenção. Aproveite para fazer qualquer coisa menos encher o saco. Quando tiver tudo bem de novo ela vai te chamar e aí vocês ficam naquela fofurinha toda. Dica: é altamente recomendávelnão tentar trepar de novo após o squirt. A parada é realmente forte, tipo aquela bronha múltipla que você fazia com aquela Playboy escrota do teu pai que você adorava.

Esse guia funciona – como eu disse, já rolaram algumas vezes, ou seja, o suficiente pra esse que vos escreve se garantir. Mas como eu também disse, não vai rolar de primeira. É bem capaz que demore um pouquinho, cada mulher é diferente da outra, mas, se você persistir e tal, consegue. E consegue muito bem.
Manja aquele papo de taxista: conheça o seu carro e o motor dele? Então.
Bons squirts, jovens.

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